segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Liberdade do Tio Sam, nem de graça.


* Por Diego Viana Do Couto Pitta.

O presidente dos Estados Unidos continua afirmando que o Iraque mudou, porém as mudanças que podemos enxergar no Iraque são: Um país devastado pela guerra, que tenta controlar suas etnias e no ponto de vista de muitos estudiosos, está longe de ter sua liberdade garantida, devido a alta tensão e violência no país.
Na história mundial, nenhum presidente visitou outro país sem ao menos deixar uma nota na imprensa, avisando da respectiva visita, porém nesse mês George W. Bush, presidente em exercício dos Estados Unidos da América, visitou o Iraque sem deixar nem menos uma nota na imprensa, obviamente com as crises e violência estabelecidas no país, depois da invasão estadunidense no Iraque, o presidente dos Estados Unidos seria um alvo fácil de grupos étnicos, cheios de ódio em seus corações.
O Iraque foi vitima do imperialismo, ainda afirmo, Sadam Hussein é sim uma vergonha para história humana, foi assim como outros ditadores, cruel e imparcial com seus inimigos, mesmo assim o Iraque, que na carta da ONU é considerada uma nação soberana, teve sua soberania flagelada pela manobra estadunidense. Esse mês um jornalista iraquiano atirou seus sapatos contra o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush durante uma coletiva de imprensa em Bagdá, um sinal de protesto pela situação que seu país está passando. Na cultura islâmica, atirar os sapatos em alguem é a maior das ofensas, agora esse mesmo jornalista pode pegar dois anos de prisão pelo ato. O Iraque está longe de ser livre, nem ao menos o protesto pela situação do país é valida, com Sadan ou sem ele, a censura ainda existe, isso é culpa daqueles que se dizem defensores da liberdade os Estados Unidos da América. Liberdade do Tio Sam, nem de graça.

Um comentário:

M. Ulisses Adirt disse...

Se fosse de graça... eles ainda cobram caro... bem caro.