terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Bloomberg: BRICs devem ser os primeiros a sair da recessão.


*Fonte Bloomberg através do portal PIB - Presença Internacional Do Brasil.

Mercados de ações dos grandes países emergentes mostram capacidade de reação no começo de 2009

Os BRICs estão mostrando uma capacidade de reagir à crise inimaginável nos Estados Unidos, no Japão e na maior parte da Europa, afirma reportagem da agência de noticias Bloomberg (BRICs Show No Death of Equities in Emerging Markets, 12/2/2009).

Como exemplo, a matéria cita o fato de que os únicos mercados de ações importantes a registrar ganhos de mais de 8% em 2009 são os da China, da Rússia e do Brasil, enquanto o índice indiano pouco se moveu.
É verdade que os ganhos do começo do ano se dão depois de grandes quedas em 2008 - no caso da Bovespa, de 41%, lembra a Bloomberg. Mas os analistas e gestores de fundos de investimentos consultados pela agência afirmam que os mercados de ações dos grandes países emergentes mostram condições de sair da crise mais rapidamente do que os de países desenvolvidos.Alguns fatores explicam essa tendência, segundo as fontes ouvidas pela Bloomberg: no caso da China, o governo tem recursos e capacidade de investir em grandes pacote de estímulo à economia, por meio de obras de infraestrutura. No caso da Índia, além do estímulo governamental, o consumo privado também dá mostras de se manter em alta, ao contrário do que acontece no mundo rico.
O Brasil e a Rússia, de seu lado, são grandes produtores de minérios e metais e se beneficiam da demanda por esses materiais para os programas de infraestrutura dos BRICs maiores. De forma geral, dizem os analistas, os mercados emergentes estão sendo os últimos a cair na recessão global, e deverão ser os primeiros a sair dela.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Rédeas nos valorosos prêmios em Wall Street, assim age a administração de Barack Obama contra os ganhos de altos executivos em plena crise.


* Texto de Diego Viana do Couto Pitta.
** Números do texto - Executivos de empresas em crise tem limite de ganhos do Diário de S.Paulo.


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da America, declarou novas regras para as respectivas empresas em dificuldade para que recebam ajuda do governo. O presidente estadunidense afirmou em claro tom que é uma vergonha as altas quantias pagas para altos executivos em Wall Street. No tumultuado cenário que se encontra as empresas dos Estados Unidos, os altos executivos continuam recebendo ganhos milionários, no ano de 2008 foram registradas 18,4 bilhões de dólares em bônus, nos anos anteriores, ainda na administração de George Bush o valor chegou a 30 bilhões.
O trabalhador assalariado nos Estados Unidos continua sofrendo com a crise, gerada pela falta de coerência dos executivos, os mesmos executivos que permitiram que a bolha critica estourasse através da liberação abusiva de crédito. O presidente ainda afirmou que o atraso do pacote anti-crise pode causar uma catástrofe ainda maior devido a urgência que o setor financeiro tem de “respirar”.
Hoje o governo estadunidense reformulou uma nova regra que permite uma limitação dos ganhos dos alto-executivos em 500 mil dólares ano( aproximadamente 1.150,00 milhões de reais). O governo exige mais clareza e responsabilidade das empresas, gastos com festas, jatos e helicópteros e reformas nos escritórios estão definitivamente proibidas. As empresas funcionando no vermelho e gastando com irresponsabilidade, não. Yes We Can
A mão do estado mais uma vez salvando o mercado, o que será que estão pensando os neoliberais?

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O povo que luta contra a maiores das forças, a natureza. O povo Holandês





"Deus fez o mundo e os holandeses fizeram a Holanda..."

* Texto de Diego Viana Do Couto Pitta
** números retirados do programa Maravilhas Modernas do THC.


A Holanda é um pequeno país no norte da Europa, com um dos maiores índices de desenvolvimento humano do mundo, mas com um problema caótico, o Mar do Norte. Que relação o mar tem os problemas holandeses, já que a Holanda é um país que tem absolutamente tudo que um ser humano pode desejar, emprego, renda estável, segurança?
A natureza tornou-se um problema ao povo holandês, que luta contra o mar todos os anos, isso devido as grandes inundações que o mesmo gera nas cidades holandesas quando nível do mar ultrapassa os níveis normais de segurança, estipulados pelos centros de pesquisa do governo. A geografia do país surpreende, praticamente 98% do território é plano, estando apenas um metro acima do nível do mar, enquanto existe terras nas proximidades de Rotterdam que estão seis metros abaixo do nível do mar.
Os holandeses aprenderam ao longo dos anos evitar esse problema natural, através de grandes obras de engenharia, se você pretende ser engenheiro hidráulico e tem uma quantia de dinheiro sobrando, vale a pena fazer um mestrado na Holanda, eles são especialistas em lutar contra o mar, e estudar com eles é sucesso garantido.
Entre os grandes feitos da engenharia holandesa, estão as comportas do canal de Rotterdam, praticamente controladas por meio de computadores que avisam quando o nível do mar está representando perigo ao país e automaticamente se fecham, evitando as inundações, erro humano e o grande prejuízo para o porto de Rotterdam, que depende do canal pára manter sua economia. Porém o aquecimento global e as grandes depredações a natureza, o congelamento global, está tirando o sono dos holandeses, pois grande parte do país pode desaparecer caso o nível do mar chegue a números incontroláveis.
A quem diga que "Deus fez o mundo e os holandeses fizeram a Holanda...", isso devido aos longos anos de drenagem da água do mar, fazendo aumentar o território holandês, esse feito foi para muitos uma obra fantástica, porém nunca se pode tirar do mar o que é dele, o mar é uma força enorme da natureza. A Holanda é um dos países mais antigos do lado oeste do continente e pode ser o primeiro país a ter partes do seu território engolidas pelo mar, o aumento do nível dos mares está se tornando constante devido as depredações, aquecimento global, descongelamento das calotas polares.
As conseqüências das ações humanas, não arriscam mais comunidades e sim o futuro de países inteiros.