
Texto baseado no artigo da revista Carta Capital, Política Cultural – O Brasil vive um descompasso entre produção e o acesso. – Artigo - Destinados a invisibilidade Revista Carta Capital – Agosto de 2008 – Artigo de Ana Paula Sousa.
Distribuição Cultural - autor - Diego Viana Do Couto Pitta.
Avaliando o artigo da revista carta capital resolvi escrever sobre o assunto que influencia sim a sociedade brasileira de uma maneira geral e mostra o quanto o nosso país é desigual até aonde não deveria ser, o acesso a cultura que é um fator de desenvolvimento social. A produção de obras e exposições no Brasil cresce cada vez mais, mostrando-se como um dos países mais capacitados em relação produção de arte e cultura da América Latina, porém percebemos que da mesma maneira que o Brasil é uma grande fonte de grandes eventos e artes, podemos notar que a maioria desses eventos destinados a população para o desenvolvimento social dessa nação, são apreciados por uma pequena e restrita classe social. Segundo a Revista Carta Capital cerca de 1,2 mil livros são publicados por mês, não podemos dizer que a porcentagem de leitores é a mesma. Os livros são caros, até os livros, instrumento necessário para mudar uma situação, até mesmo de uma população inteira, são caros.
O cinema nacional evoluiu de uma maneira ao longo dos anos causando uma melhora nas audiências, porém não existe uma valorização das obras nacionais por parte dos espectadores que preferem muitas vezes a pobreza cultural que oferece os filmes estadunidenses ao filme de produção nacional.
Segundo a Carta Capital em números 92% de todas as cidades do Brasil, não possuem uma sala de exibição com infra-estrutura para abrigar um projeto cultural digno para suprir as necessidades da população.
Voltando ao contexto social, a população precisa sim de projetos culturais e defendo arduamente o subsidio e investimentos nessa área, apesar dos patrocinadores, não é justo que nós classificados como livres, pois vivemos em um sistema democrático, tenhamos pessoas que não possuem liberdade de nem ao menos assistir uma peça teatral, comprar um livro, porque a sociedade é desigual e injusta ao ponto de excluir e formar dois países diferentes, um com acesso a serviços e cultura, outro voltado ao descaso total.
A renda é o fator maior que impede um projeto cultural mais eficaz, tem cultura realmente quem tem dinheiro para comprar, mais uma vez o capitalismo selvagem agindo na vida das pessoas. Precisamos de distribuição de livros, segundo a revista e eu também acredito nessa lógica, a campanha de doação é boa e necessária, porem não o suficiente para politizar uma classe.
Os franceses em meados da década de 70 realizaram um projeto de expansão cultural, hoje podemos ver claramente o resultado. O habito de ler deve ser vinculado à cultura brasileira, baratear os livros deve ser prioridade como agente transformador, assim como as peças teatrais e eventos culturais devem ser prioridade na vida dos brasileiros independente da classe.
A pobreza não faz a pessoa deixar de gostar das coisas boas da vida, a falta de acesso que não permite.
Distribuição Cultural - autor - Diego Viana Do Couto Pitta.
Avaliando o artigo da revista carta capital resolvi escrever sobre o assunto que influencia sim a sociedade brasileira de uma maneira geral e mostra o quanto o nosso país é desigual até aonde não deveria ser, o acesso a cultura que é um fator de desenvolvimento social. A produção de obras e exposições no Brasil cresce cada vez mais, mostrando-se como um dos países mais capacitados em relação produção de arte e cultura da América Latina, porém percebemos que da mesma maneira que o Brasil é uma grande fonte de grandes eventos e artes, podemos notar que a maioria desses eventos destinados a população para o desenvolvimento social dessa nação, são apreciados por uma pequena e restrita classe social. Segundo a Revista Carta Capital cerca de 1,2 mil livros são publicados por mês, não podemos dizer que a porcentagem de leitores é a mesma. Os livros são caros, até os livros, instrumento necessário para mudar uma situação, até mesmo de uma população inteira, são caros.
O cinema nacional evoluiu de uma maneira ao longo dos anos causando uma melhora nas audiências, porém não existe uma valorização das obras nacionais por parte dos espectadores que preferem muitas vezes a pobreza cultural que oferece os filmes estadunidenses ao filme de produção nacional.
Segundo a Carta Capital em números 92% de todas as cidades do Brasil, não possuem uma sala de exibição com infra-estrutura para abrigar um projeto cultural digno para suprir as necessidades da população.
Voltando ao contexto social, a população precisa sim de projetos culturais e defendo arduamente o subsidio e investimentos nessa área, apesar dos patrocinadores, não é justo que nós classificados como livres, pois vivemos em um sistema democrático, tenhamos pessoas que não possuem liberdade de nem ao menos assistir uma peça teatral, comprar um livro, porque a sociedade é desigual e injusta ao ponto de excluir e formar dois países diferentes, um com acesso a serviços e cultura, outro voltado ao descaso total.
A renda é o fator maior que impede um projeto cultural mais eficaz, tem cultura realmente quem tem dinheiro para comprar, mais uma vez o capitalismo selvagem agindo na vida das pessoas. Precisamos de distribuição de livros, segundo a revista e eu também acredito nessa lógica, a campanha de doação é boa e necessária, porem não o suficiente para politizar uma classe.
Os franceses em meados da década de 70 realizaram um projeto de expansão cultural, hoje podemos ver claramente o resultado. O habito de ler deve ser vinculado à cultura brasileira, baratear os livros deve ser prioridade como agente transformador, assim como as peças teatrais e eventos culturais devem ser prioridade na vida dos brasileiros independente da classe.
A pobreza não faz a pessoa deixar de gostar das coisas boas da vida, a falta de acesso que não permite.
2 comentários:
Que orgulho de possuir um irmão tão justo e democrático!
Agora falando sério,
voto na sua chapa eleitoral.
Beijos da sua mana,
Carol.
Suas intenções são boas, mas infelizmente vivemos em um país que não leva a cultura a sério. Para o Governo a Cultura é gasto e não investimento. O fato do Presidente Lula ter mantido o inútil do Gilberto Gil por mais de 5 anos como Ministro da Cultura demonstra o quanto que ele não está nem aí.
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