quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Pandemônio financeiro.




“Se o Estado é forte, esmaga-nos. Se é fraco, perecemos.” Paul Ambroise Valery, ensaísta francês (1871/1945)

* Pandemônio financeiro, escrito por Diego Viana Do Couto Pitta.

Infelizmente após uma política econômica cheia de erros, sem soluções aparentes, conforme o dito popular “ tapar o sol com a peneira“, a maior economia mundial esta afundando no oceano das especulações e levando algumas outras economias para o "pandemônio financeiro".
Eu fico preocupado, porém consegui provar aquilo que sempre discuti entre os que se dizem neo-liberais, a economia não se regula sozinha, o estado não vive sem uma economia forte, todos fazem parte e estão ligados, no modelo, no sistema, daquilo que você caro leitor queira chamar.O sistema estadunidense e a prosperidade, que muitos achavam sustentável acabou de ruir hoje no dia 30 de setembro.
Mesmo no senado os interesses individuais junto com disputas internas entre democratas e republicanos, causaram um verdadeiro problema, não aprovaram o projeto do pacote de 700 bilhões de dolares, que seriam injetados na economia estadounidense.
Talvez o senado dos Estados Unidos não entenda a gravidade do problema e a urgência por uma solução.
Enquanto o governo de George Bush busca uma saída, que os livros liberais não mostram uma saída coerente, os europeus já colocaram seus governos atuando diretamente, nacionalizando bancos que estavam perto da falência, ou seja como fator regulador, provando que a economia não se regula sozinha, precisando de um órgão maior.
As bolsas de valores do mundo inteiro despencaram e o senado estadunidense fica nessa disputa política infundada, bom talvez o sonho americano tenha acabado em um pesadelo, espero mais responsabilidade ao lidar com especulações, porque essa bolha financeira começou com uma simples hipoteca, que esse evento marcado na existência humana sirva de exemplo para as demais gerações, a ganância leva sempre o homem ao caos, não apenas financeiro, ao caos social, talvez chegou a hora da humanidade rever os seus conceitos e valores de mundo e sociedade.

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